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quarta-feira, outubro 26, 2011

Marília Galvão na feira do livro

A Marília Galvão, nossa "poetisa da Aliança" (e membro da Academia Caxiense de Letras), fez uma apresentação bem legal na Feira do Livro. Mais uma vez ela declarou seu amor por Paris e relembrou a viagem que fez com a gente no começo do ano. Além de relatar a experiência, ela leu a crônica A Primeira Vez que Vi Paris, que publicamos aqui no blog.

Quem conta como foi a apresentação é ela mesma, ali embaixo, daquele jeitinho que só a Marília consegue! E tem mais: depois do evento, nossa poetisa foi entrevistada por ninguém menos que Alana Michelli Bof - também nossa aluna. O texto da Alana ainda não está pronto, mas, por enquanto, dá para conferir a entrevista feita pela repórter Aline Mapelli para o Frispit - portal do Centro de Comunicação da UCS. Ah, claro que não podíamos esquecer das fotos, que estão logo depois do texto. Confira!


Frisson em Paris – 2011 – Encore.


Sim, é a mais pura verdade. Uma vez em Paris, ela fica com você para sempre. Todos sabem que lá estivemos neste ano, nas férias de verão daqui. Lá um inverno esplendoroso (só lá o inverno pode ter esse adjetivo). A nós, eu me refiro às alunas da Alliance Française e às professoras e companheiras – Stela , Carol e Bárbara. Quanto a mim, nunca me senti tão inspirada. Por causa disso escrevi quatro textos, os quais a Carol postou no blog. E continuo emocionada, porque há muitas pessoas que amam Paris. Assim, divido minha experiência, com muito prazer. Foi o que aconteceu recentemente, na Feira do Livro. A Academia Caxiense de Letras preparou uma programação cultural para todos os dias.


Marília Galvão
















quinta-feira, agosto 18, 2011

Balzac

Há 161 anos, dia 18 de agosto de 1850, morreu em Paris um dos mais importantes escritores de todos os tempos: Honoré de Balzac. Ícone do realismo francês, Balzac escreveu, em apenas 20 anos, cerca de 90 romances e novelas, além de 5 peças de teatro e 30 contos.

Balzac costumava passear pelas ruas (e pelo cemitério Père Lachaise) para buscar inspiração para seus textos. Nas lápides, encontrava os nomes e, nas pessoas, comportamentos. O resultado é uma obra imortal, com mais de 3 mil personagens, muitos deles geniais.

O individualismo, a descrença na família e um certo desprezo à burguesia são algumas das características de seus livros. Entre suas publicações mais conhecidas, estão A mulher de 30 anos (que inspirou o termo balzaquiana), As ilusões perdidas e A Bretanha.

Embora tenha se sagrado como um dos maiores nomes da literatura de todos os tempos, Balzac era baixinho, gordo, meio porco e tinha grandes problemas com dinheiro. Estava sempre fugindo de credores e se metendo em enrascadas financeiras. Em certo momento, chegou a pensar em vir para o Brasil tentar uma vida nova, conforme registrado em carta escrita à condessa Hanska (com quem casou em 1950). Pena que não tenha vindo, pois certamente teria encontrado combustível para muitos romances por aqui.


sexta-feira, julho 22, 2011

Perdida na tarde

Para quem já estava com saudades das crônicas da Marília, hoje publicamos mais uma aqui no blog. O tema, claro, é Paris. Marília mais uma vez consegue transformar emoções em palavras, quase nos fazendo sentir o que ela sentiu quando esteve por lá.

Quem nunca esteve por lá (e quem quer voltar) vai ter a oportunidade de ir com a turma da AF no próximo ano, no Frisson em Paris 2012. Afinal, quem for vai ficar justamente ali, em Montparnasse, a parte mais charmosa de Paris. Abaixo, segue a crônica para já ir deixando todo o pessoal com vontade.

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Perdida na tarde


Aquela tarde em Paris foi como nenhuma outra que tivesse vivido.

Ao sair para a rua, senti o frio no rosto. Fechei o casaco. Coloquei as luvas. Olhei para os lados, parada na calçada. Nenhum plano. À esquerda? Enveredei pela direita, pura intuição. Segui por várias ruas de Montparnasse, 14e  Arrondissement de Paris. Lembrei da lição do livro de francês : tout droit, à gauche, à droite. De qualquer ponto, a Tour de Montparnasse foi a referência: au Sud de la Tour, dans le côté Nord de la Tour, afinal, 210 m de altura se impõem.

Assim, fui caminhando por ruas, ruelas, becos, avenidas, pracinhas. De repente, me vi no passado. Fiz uma viagem no tempo, como na ficção, mas esta era real. Parei nos anos de glória do Quartier Montparnasse – os anos do período entre as duas guerras mundiais. Época em que Montparnasse competia com Montmartre – os dois centros artísticos efervescentes em Paris. Bares, teatros, cafés, ateliers e cabarés alimentavam a vida boêmia dos escritores, pintores, escultores. Pois é, e eu lá, nesse passé plus-que-parfait. Sozinha, conheci-descobri divers établissements. O que mais me chamou a atenção foi a quantidade de teatros, ainda em funcionamento, como o Bobino, o Montparnasse, o Gaité Montparnasse e Le Petit Montparnasse.

Andando pela Rue de Rennes, entrei em um café, para aquecer-me um pouco.

-  Bonjour, monsieur. Un déca, s’il vous plaît.


 Com novas energias, segui pela tarde. Entrei em uma loja de meias, só meias. Um casal de velhinhos me atendeu. Foram tão simpáticos, que saí de lá com diversos pares de meias. Sorte do meu marido.
Em une épicerie, comprei vinhos. O rapaz que me atendeu engatou um papo. Ao satisfazer suas curiosidades, disse a ele: - Moi, je suis venue à Paris pour réaliser le rêve de connaître cette ville merveilleuse. Je lui ai dit aussi que je parlais un petit peu de français encore, mais, dans l’avenir, je le parlerai mieux.
- Où vous étudiez?
 Je lui ai répondu que j’etudiais à l’Alliance Française.
 – Oh! Vous parlez  bien le français. Vous avez un très bon professeur. (Viu, só, Bárbara?) – Quel est votre pays?
 -  Brésil!
 - Pelê! – Rrrrrrrriô!
 Como se isso não bastasse, na despedida ele falou: - Tchau. Obrigado.
 E eu : – Merci .Au revoir. Bonne journée. Disse tudo o que sabia.
Continuei o passeio, agora com as meias e os vinhos.

Reportada às décadas de 30 e 40, fui pisando conscientemente nas mesmas pedras das calçadas em que eles pisaram, eles, Henri Muller, Hemingway, Modigliani, Matisse, Chagall, André Breton, Picasso, F.Scott Fitzgerald. Escritores e poetas franceses juntamente com estrangeiros exilados de seus países fizeram história.

Para completar minha tarde, caminhei pelo Boulevard de Montparnasse, avenida principal desse 14e arrondissement. La Coupole, la Rotonde, Le Dôme et La Closerie des Lilás, os bares e restaurantes mais freqüentados por eles. Ainda hoje transmitem uma aura de magia e glamour.

Outras emoções estariam por vir.

Entrei em uma librairie. Personne! A não ser um jovem, lá no fundo.
–  Bonjour, monsieur.
Bonjour, madame.
Je voudrais les livres, s’il vous plaît, et choisir quelques-uns.
À volonté, madame. Je vous en prie.

 Lentamente, passei meus dedos nas lombadas dos livros. De alguns li as apresentações. De outros eu senti o cheiro, o formato, o peso. E todos escritos em francês! Escolhi o romance Gatsby, de F. Scott Fitzgerald. Sim, aquele escritor que vivia por ali, em Montparnasse, amigo do Picasso, do Hemingway. Sua esposa, a Zelda (Fitzgerald) também era escritora, une femme terrible. Mas isto é outra história ...

De volta ao aconchego do quarto aquecido, no fim dessa tarde, abri o livro e escrevi, na primeira página:

Paris, le 1er février 2011.

Marilia

segunda-feira, maio 09, 2011

De uma certa janela

Hoje, publicamos mais uma crônica da Marília, que já ganhou o apelido de "poetisa da Aliança". O tema, dessa vez, é "o que você vê da janela". Claro que, com a paixão que tem pela França, deu um jeito de falar novamente sobre Paris, descrevendo a vista do hotel onde se hospedou durante a excursão Frisson em Paris 2011 (sim, já estamos preparando a edição 2012, novidades em breve!). Marília conseguiu, novamente, transformar palavras em sentimentos, nos brindando outra vez com seu talento. Confira a crônica!


De uma certa janela


Afasto as cortinas e olho para a rua. É de manhã cedo. Faz frio. Vejo as pessoas apressadas indo ao trabalho. Algumas esperam o ônibus, outras somem na entrada do metrô.


Da janela do meu quarto no hotel, quatrocentos e quatro, no quarto andar, me encanto com as calçadas molhadas pela chuva da madrugada. Elas refletem as cores dos luminosos das lojas e cafés. Isso porque o dia ainda não clareou de todo.


Por ser inverno, os plátanos da avenida estão sem as folhas. Posso, por entre seus galhos, passear meus olhos em todas as direções.


Baixo meu olhar, vejo a banca de jornais na calçada, o toldo do Indiana Club, o café da esquina e a escada de acesso ao metrô, por onde tenho entrado e saído nesses dias.


Percebo que a floricultura da outra esquina já abriu. Um espetáculo de perfume e cor no cinza do dia. Aliás, agora tudo está aberto, funcionando. Ah! Até aquela loja de doces, chocolates, tortas, licores, vinhos e champagnes. Que delícia!


Agora o dia está claro. Ainda cinza, mas claro. Mais pessoas vão e vêm. Continuo apenas parada em frente à janela, meu olhar continua vagando.


Do outro lado da rua, a loja Darty destaca-se no centro comercial. Bem na minha frente há um prédio enorme, revestido de granito. Até onde a vista alcança há outros prédios com lojas comerciais no térreo. Farmácia, papelaria, café, restaurante, loja de móveis vintage. E, oh!, uma loja de perfumes no subsolo que dá de brinde, conforme o valor da compra – écharpes de seda. Ainda hoje passo lá.


Presto atenção em uma cena que ocorre em meu campo de visão. Uma jovem, cabelos castanhos compridos, mochila nas costas, pega uma das bicicletas disponíveis no estacionamento próprio e pedala até a sinaleira. Seus cabelos esvoaçam ao vento cortante. Quanto ela vai agüentar? De repente, antes de o sinal abrir, ela devolve a bicicleta e vê o ônibus. Vai, vai que dá!


Outra cena acontece em seguida. Atrás do ônibus em que a moça entrou, um automóvel para, o motorista desce e aguarda por uma senhora elegante, de casaco de peles e salto alto, que vinha com passos rápidos do edifício, aquele do granito. Ele lhe entrega as chaves, ela toma o lugar dele. O ônibus arranca, o carro também. As duas mulheres se vão.


Não acontece mais nada que me chame atenção. Mas fico pensando. Me vi nas duas. Na menina que corre atrás dos sonhos, que estuda e fará escolhas. Na mulher que já escreveu seu caminho, mas ainda quer mais.


Fecho a janela, estou sorrindo.



Marília Galvão - Maio - 2011

sexta-feira, abril 01, 2011

A Primeira Vez que Vi Paris - Marília Galvão

Antes de ir a Paris, a Marília escreveu uma paráfrase em homenagem à cidade, que postamos aqui no blog. E ela gostou tanto da experiência na França que a usou de inspiração para mais um texto - agora uma crônica. Mais uma vez Marília transborda talento, transformando em palavras o que viveu em Paris. Claro que isso não ia ficar de fora do nosso blog, né?

Em dezembro, quando publicamos Vou-me embora pra Paris, ficamos torcendo para que ela se inspirasse no passeio e nos mandasse outro texto. Bem, a torcida funcionou e agora você fica com a crônica de Marília Galvão, A Primeira Vez que Vi Paris. Boa leitura!

A Primeira Vez que Vi Paris

Sempre quis conhecer Paris. Desde jovem. Um amigo me disse – mas ainda és jovem, só que há mais tempo. Pois na maturidade, fui a Paris. Essa cidade invadiu meu ser pelos cinco sentidos. Não tive medo de ser feliz. Vivi momentos gloriosos, inesquecíveis. Agora, com uma única palavra eu a defino – Surpreendente!

Estive lá em janeiro. Mesmo no inverno, com as árvores secas, o céu cinza, alguns flocos de neve e gelo no chão, você vai se deslumbrar com a paisagem da cidade e a agitação dos parisienses. O charme e a sofisticação estão em todos ambientes aonde você for. Aquecidos, por certo.

Paris conta história na arquitetura, nos museus, nas igrejas e avenidas, nos parques, teatros, até nos cemitérios. Lá tudo transpira arte, cultura, beleza, harmonia.

Estando lá, faça o lado clássico do programa. Suba na Tour Eiffel também ao entardecer, quando as luzes da cidade se acendem. Visite os museus. Há tantos. O Louvre impressiona pelo tamanho, pela arquitetura e pelo acervo de obras. O maior do mundo. Consulte o mapa e selecione o que você acha mais importante, a não ser que você tenha uma semana disponível tão somente para isso.

Gostei, em especial, do Musée d’Orsay. Trata-se de uma antiga estação de trem, transformada em lar dos impressionistas. Admirar telas de Monet , Renoir e outros me deixou extasiada. Puxa vida, eu estava diante das obras feitas por eles. Que vontade de vê-las também com as mãos! Claro que um segurança me impediria. Mãos nos bolsos.

Outro museu merecedor de uma visita é o Musée Cluny. Situado no Quartier Latin, construído em 1500, guarda tesouros misteriosos, armaduras, objetos, trajes e jóias dessa época. Expõe tapeçarias enormes, estilo millefleurs – muitas flores, animais e pessoas em cenas do dia a dia - descobertas no século XIX. A personagem central das tapeçarias é La Dame à La Licorne, cuja identidade é desconhecida, o que fascina o público e desafia a imaginação dos especialistas.

No Palais de Versailles também não se pode deixar de ir. Bosques, jardins, fontes, Le Grand e Le Petit Trianon. Você estará nos ambientes em que os reis da França viveram: Luís XIV, Luís XV, Luís XVI. Ah, e a Rainha Maria Antonieta.

Em Paris tudo é superlativo. Prepare-se para caminhar muito. Com esse pensamento, adentre pelas dependências do Musée de L’Armée e Hôtel des Invalides, primeiro foi quartel, depois hospital para as centenas de soldados feridos nas guerras. Na Igreja estão os restos mortais de Napoleão Bonaparte. Ali pertinho, caminhe pelas margens do Sena, pelo Jardin des Tuilleries, arredores de l’Arc de Triomphe e pela avenida mais charmosa do mundo - a Champs-Élysées. Se puder por ela andar tarde da noite, quando deserta, você entenderá o porquê de tanta magia.

Cada arrondissement de Paris tem encantos próprios. Um deles, o Marais, dos mais antigos, com suas ruas estreitas e a Place des Voges, prédios medievais, galerias de arte, lojas chiques e cafés convida para ficar. Montmartre é outro que, pelas características, quase me deixou sem fôlego. Não por subir suas ladeiras, mas pelo espetáculo que é ver Paris do alto da Basílica de Sacré Coeur, inclusive a igreja, muito linda. Ali pertinho, em frente à Place du Tertre, há um restaurante legal chamado Au Clairon des Chausseurs. Ali provei e amei os tais escargots. Montmartre é a colina dos artistas. Ao descer, na volta, pela Rue Lépic, onde Van Gogh morou, você vai dar em Pigalle, e verá o Moulin Rouge, cabaré criado em 1889, imortalizado nas telas de Toulouse Lautrec.

Tive a impressão de que Paris é uma cidade e muitas. Creio que tudo o que há de bonito está lá, tudo deve ser visto, a Igreja Notre Dame, o Panthéon, o Ópera Nacional Palais de Garnier. Tudo dá arrepios. O Sena, as pontes e os prédios próximos às margens. O que pulsa nas ruas, a imagem do homem com o realejo, o tocador de sax, os saltimbancos da Place de La Bastille, as crianças sentadas ao redor da escultura O Beijo, de Rodin, ouvindo a explicação da professora, os parisienses lendo no metrô...

Por falar neles, utilize a regra: os melhores restaurantes e cafés são os freqüentados pelos parisienses. Pode-se comer bem em qualquer parte de Paris. Restaurantes, bistrôs ou brasseries são atrativos, pitorescos, aconchegantes. Os cardápios estão expostos pelo lado de fora com os preços. É tradição servirem, junto com a refeição, pain e moutarde. Isso não é cobrado, nem a carafe d’eau que você pedir. Os vinhos são ótimos.

Recomendo como imperdível um dos restaurantes mais conhecidos de Paris – La Coupole, no Boulevard de Montparnasse inaugurado em 1927. Além do cardápio rico, a decoração é Art Nouveau, com pinturas de artistas da época. Lembre-se, quando entrar, de pensar em Picasso, Hemingway, Sartre, Gainsbourg, Jane Birkin...

Quanto aos cafés, são muito românticos.

Paris me fisgou também pelos detalhes. E que detalhes! Como não ver a iluminação, os lampiões, as cabines telefônicas e as bancas de jornais, as grades do chão ao redor das árvores, vitrines, fachadas, portas, janelas, entradas de metrô remanescentes da Belle Époque, os carrossseis...

Na Cidade Luz até o que é contemporâneo ou futurista convive em harmonia com a Paris tradicional - obras polêmicas e belas – a Torre Eiffel, a pirâmide de vidro do Louvre, a Torre de Montparnasse, o Bairro La Défense com prédios altos e modernos, o Centre Pompidou, museu de arte moderna com estruturas aparentes.

A primeira vez que vi Paris não será a última. Ainda ficou muito por descobrir e rever. Alguém me perguntou sobre o que eu mais gostei. Difícil responder. Lá tudo é único. Acredito que o melhor de Paris pode ser desvendado por conta própria, por cada um.

Marília Galvão

quarta-feira, outubro 27, 2010

Aluna da AF lança livro

Nossos alunos estão cada vez mais chiques. E a gente, claro, vai prestigiar. Nossa aluna Alessandra Rech lançou, na Feira do Livro, a obra Na entrada-das-águas: Amor e liberdade em Guimarães Rosa.

Carol, Alex, Alessandra, Maria Helena e Babi Estiveram presentes na sessão de autógrafos. O evento foi tão legal que até perdoamos a Alessandra pelas aulas que ela faltou. A justificativa é justa, né? Enquanto não preparamos um post sobre o livro, fique com o textinho e as fotos que a Ale nos mandou.


Perder aula de francês nunca é simples pra mim. Morro de pena, mas nas duas semanas passadas não houve jeito!

Fiquei devendo as fotos da sessão de autógrafos, que foi muito mais legal pela presença e carinho de vcs. Seguem, enfim.

Bjs
Alessandra Rech