Se quiser ir planejando sua viagem com antecedência você agora pode conferir, em imagens 3d, como será Paris daqui a 8 anos. As empresas Google e JD Decaux, em conjunto com a prefeitura da Cidade Luz, apresentaram, no mês passado, uma impressionante maquete virtual 3D de como deverá ser a capital francesa em 2020. A projeção é feita em um telão de 36 metros quadrados e está em exibição no Pavillon de l'Arsenal.
Além de ser muuuuuito legal, a maquete irá ajudar a prefeitura local no planejamento urbano. Segundo a vice-prefeita de Paris, Anne Hidalgo, o projeto também permitirá uma maior participação dos cidadãos nas discussões sobre o futuro da cidade.
Mas como planejar sua viagem a Paris sem estar na França, já que a exposição é por lá? Simples, todo o projeto está disponível na internet. Basta baixar o arquivo e integrá-lo ao Google Earth. Se quiser conferir, basta acessar essa página e selecionar, no menu à direita, a opção "Installer la maquette". E se quiser ter uma ideia de como a exposição é impressionante, basta ver o vídeo abaixo.
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quarta-feira, janeiro 04, 2012
segunda-feira, setembro 26, 2011
Toque brasileiro no Musée d´Orsay
O Café de l´Horloge, do Musée d´Orsay, vai reabrir de cara nova. A reinauguração está marcada para o dia 20 de outubro e terá um toque brasileiro: o design é assinado pelos irmãos Campana, reconhecidos internacionalmente por seus trabalhos.
Se o museu já era uma ótima pedida para os admiradores de artes, agora é parada obrigatória. O espaço reúne belíssimas obras, diversas atividades culturais, delícias da gastronomia francesa e, para completar, um pouco de história. Afinal, lá funcionava a antiga estação ferroviária d´Orsay, inaugurada em 1900 e reaberta como museu em 1986. Ah, e se passar por lá não esqueça de nos mandar as fotos para publicarmos aqui no blog.
Enquanto o Café não reabre, seguem duas fotos para dar um gostinho.
Se o museu já era uma ótima pedida para os admiradores de artes, agora é parada obrigatória. O espaço reúne belíssimas obras, diversas atividades culturais, delícias da gastronomia francesa e, para completar, um pouco de história. Afinal, lá funcionava a antiga estação ferroviária d´Orsay, inaugurada em 1900 e reaberta como museu em 1986. Ah, e se passar por lá não esqueça de nos mandar as fotos para publicarmos aqui no blog.
Enquanto o Café não reabre, seguem duas fotos para dar um gostinho.
segunda-feira, agosto 29, 2011
Férias em Cap d´Antibes
Que tal passar as férias em Antibes, na França? A Madonna gostou da ideia e alugou uma casinha por lá pela bagatela de 200 mil Euros. São 10 quartos, quadra de tênis, piscina olímpica, academia e mais uns espacinhos de convivência.
Se você tem seu iate, a visita fica ainda mais interessante. O risco maior é de não arrumar vaga para ele, pois bilionários de várias partes do mundo também estão por lá curtindo um solzinho e disputando espaço nos portos locais, inclusive no porto Vauban, o maior porto de iates da Europa.
Além do clima agradável do Mediterrâneo, você vai poder curtir festas de alto nível e corre o risco de se esbarrar com celebridades internacionais. Se enjoar de Antibes, não faz mal: pode visitar Nice ou Cannes, que ficam ali pertinho. Se decidir ficar só por lá mesmo, pode conhecer o Musée Picasso, a Chapelle Saint-Bernardin e muitos outros museus e pontos turísticos.
Enquanto decide onde vai se hospedar, confira algumas fotos da casa que a rainha do pop alugou para passar uns dias com a família.
Se você tem seu iate, a visita fica ainda mais interessante. O risco maior é de não arrumar vaga para ele, pois bilionários de várias partes do mundo também estão por lá curtindo um solzinho e disputando espaço nos portos locais, inclusive no porto Vauban, o maior porto de iates da Europa.
Além do clima agradável do Mediterrâneo, você vai poder curtir festas de alto nível e corre o risco de se esbarrar com celebridades internacionais. Se enjoar de Antibes, não faz mal: pode visitar Nice ou Cannes, que ficam ali pertinho. Se decidir ficar só por lá mesmo, pode conhecer o Musée Picasso, a Chapelle Saint-Bernardin e muitos outros museus e pontos turísticos.
Enquanto decide onde vai se hospedar, confira algumas fotos da casa que a rainha do pop alugou para passar uns dias com a família.
sexta-feira, julho 22, 2011
Perdida na tarde
Para quem já estava com saudades das crônicas da Marília, hoje publicamos mais uma aqui no blog. O tema, claro, é Paris. Marília mais uma vez consegue transformar emoções em palavras, quase nos fazendo sentir o que ela sentiu quando esteve por lá.
Quem nunca esteve por lá (e quem quer voltar) vai ter a oportunidade de ir com a turma da AF no próximo ano, no Frisson em Paris 2012. Afinal, quem for vai ficar justamente ali, em Montparnasse, a parte mais charmosa de Paris. Abaixo, segue a crônica para já ir deixando todo o pessoal com vontade.
--
Perdida na tarde
Aquela tarde em Paris foi como nenhuma outra que tivesse vivido.
Ao sair para a rua, senti o frio no rosto. Fechei o casaco. Coloquei as luvas. Olhei para os lados, parada na calçada. Nenhum plano. À esquerda? Enveredei pela direita, pura intuição. Segui por várias ruas de Montparnasse, 14e Arrondissement de Paris. Lembrei da lição do livro de francês : tout droit, à gauche, à droite. De qualquer ponto, a Tour de Montparnasse foi a referência: au Sud de la Tour, dans le côté Nord de la Tour, afinal, 210 m de altura se impõem.
Assim, fui caminhando por ruas, ruelas, becos, avenidas, pracinhas. De repente, me vi no passado. Fiz uma viagem no tempo, como na ficção, mas esta era real. Parei nos anos de glória do Quartier Montparnasse – os anos do período entre as duas guerras mundiais. Época em que Montparnasse competia com Montmartre – os dois centros artísticos efervescentes em Paris. Bares, teatros, cafés, ateliers e cabarés alimentavam a vida boêmia dos escritores, pintores, escultores. Pois é, e eu lá, nesse passé plus-que-parfait. Sozinha, conheci-descobri divers établissements. O que mais me chamou a atenção foi a quantidade de teatros, ainda em funcionamento, como o Bobino, o Montparnasse, o Gaité Montparnasse e Le Petit Montparnasse.
Andando pela Rue de Rennes, entrei em um café, para aquecer-me um pouco.
- Bonjour, monsieur. Un déca, s’il vous plaît.
Com novas energias, segui pela tarde. Entrei em uma loja de meias, só meias. Um casal de velhinhos me atendeu. Foram tão simpáticos, que saí de lá com diversos pares de meias. Sorte do meu marido.
Em une épicerie, comprei vinhos. O rapaz que me atendeu engatou um papo. Ao satisfazer suas curiosidades, disse a ele: - Moi, je suis venue à Paris pour réaliser le rêve de connaître cette ville merveilleuse. Je lui ai dit aussi que je parlais un petit peu de français encore, mais, dans l’avenir, je le parlerai mieux.
- Où vous étudiez?
Je lui ai répondu que j’etudiais à l’Alliance Française.
– Oh! Vous parlez bien le français. Vous avez un très bon professeur. (Viu, só, Bárbara?) – Quel est votre pays?
- Brésil!
- Pelê! – Rrrrrrrriô!
Como se isso não bastasse, na despedida ele falou: - Tchau. Obrigado.
E eu : – Merci .Au revoir. Bonne journée. Disse tudo o que sabia.
Continuei o passeio, agora com as meias e os vinhos.
Reportada às décadas de 30 e 40, fui pisando conscientemente nas mesmas pedras das calçadas em que eles pisaram, eles, Henri Muller, Hemingway, Modigliani, Matisse, Chagall, André Breton, Picasso, F.Scott Fitzgerald. Escritores e poetas franceses juntamente com estrangeiros exilados de seus países fizeram história.
Para completar minha tarde, caminhei pelo Boulevard de Montparnasse, avenida principal desse 14e arrondissement. La Coupole, la Rotonde, Le Dôme et La Closerie des Lilás, os bares e restaurantes mais freqüentados por eles. Ainda hoje transmitem uma aura de magia e glamour.
Outras emoções estariam por vir.
Entrei em uma librairie. Personne! A não ser um jovem, lá no fundo.
– Bonjour, monsieur.
– Bonjour, madame.
– Je voudrais les livres, s’il vous plaît, et choisir quelques-uns.
– À volonté, madame. Je vous en prie.
Lentamente, passei meus dedos nas lombadas dos livros. De alguns li as apresentações. De outros eu senti o cheiro, o formato, o peso. E todos escritos em francês! Escolhi o romance Gatsby, de F. Scott Fitzgerald. Sim, aquele escritor que vivia por ali, em Montparnasse, amigo do Picasso, do Hemingway. Sua esposa, a Zelda (Fitzgerald) também era escritora, une femme terrible. Mas isto é outra história ...
De volta ao aconchego do quarto aquecido, no fim dessa tarde, abri o livro e escrevi, na primeira página:
Paris, le 1er février 2011.
Marilia
Quem nunca esteve por lá (e quem quer voltar) vai ter a oportunidade de ir com a turma da AF no próximo ano, no Frisson em Paris 2012. Afinal, quem for vai ficar justamente ali, em Montparnasse, a parte mais charmosa de Paris. Abaixo, segue a crônica para já ir deixando todo o pessoal com vontade.
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Perdida na tarde
Aquela tarde em Paris foi como nenhuma outra que tivesse vivido.
Ao sair para a rua, senti o frio no rosto. Fechei o casaco. Coloquei as luvas. Olhei para os lados, parada na calçada. Nenhum plano. À esquerda? Enveredei pela direita, pura intuição. Segui por várias ruas de Montparnasse, 14e Arrondissement de Paris. Lembrei da lição do livro de francês : tout droit, à gauche, à droite. De qualquer ponto, a Tour de Montparnasse foi a referência: au Sud de la Tour, dans le côté Nord de la Tour, afinal, 210 m de altura se impõem.
Assim, fui caminhando por ruas, ruelas, becos, avenidas, pracinhas. De repente, me vi no passado. Fiz uma viagem no tempo, como na ficção, mas esta era real. Parei nos anos de glória do Quartier Montparnasse – os anos do período entre as duas guerras mundiais. Época em que Montparnasse competia com Montmartre – os dois centros artísticos efervescentes em Paris. Bares, teatros, cafés, ateliers e cabarés alimentavam a vida boêmia dos escritores, pintores, escultores. Pois é, e eu lá, nesse passé plus-que-parfait. Sozinha, conheci-descobri divers établissements. O que mais me chamou a atenção foi a quantidade de teatros, ainda em funcionamento, como o Bobino, o Montparnasse, o Gaité Montparnasse e Le Petit Montparnasse.
Andando pela Rue de Rennes, entrei em um café, para aquecer-me um pouco.
- Bonjour, monsieur. Un déca, s’il vous plaît.
Com novas energias, segui pela tarde. Entrei em uma loja de meias, só meias. Um casal de velhinhos me atendeu. Foram tão simpáticos, que saí de lá com diversos pares de meias. Sorte do meu marido.
Em une épicerie, comprei vinhos. O rapaz que me atendeu engatou um papo. Ao satisfazer suas curiosidades, disse a ele: - Moi, je suis venue à Paris pour réaliser le rêve de connaître cette ville merveilleuse. Je lui ai dit aussi que je parlais un petit peu de français encore, mais, dans l’avenir, je le parlerai mieux.
- Où vous étudiez?
Je lui ai répondu que j’etudiais à l’Alliance Française.
– Oh! Vous parlez bien le français. Vous avez un très bon professeur. (Viu, só, Bárbara?) – Quel est votre pays?
- Brésil!
- Pelê! – Rrrrrrrriô!
Como se isso não bastasse, na despedida ele falou: - Tchau. Obrigado.
E eu : – Merci .Au revoir. Bonne journée. Disse tudo o que sabia.
Continuei o passeio, agora com as meias e os vinhos.
Reportada às décadas de 30 e 40, fui pisando conscientemente nas mesmas pedras das calçadas em que eles pisaram, eles, Henri Muller, Hemingway, Modigliani, Matisse, Chagall, André Breton, Picasso, F.Scott Fitzgerald. Escritores e poetas franceses juntamente com estrangeiros exilados de seus países fizeram história.
Para completar minha tarde, caminhei pelo Boulevard de Montparnasse, avenida principal desse 14e arrondissement. La Coupole, la Rotonde, Le Dôme et La Closerie des Lilás, os bares e restaurantes mais freqüentados por eles. Ainda hoje transmitem uma aura de magia e glamour.
Outras emoções estariam por vir.
Entrei em uma librairie. Personne! A não ser um jovem, lá no fundo.
– Bonjour, monsieur.
– Bonjour, madame.
– Je voudrais les livres, s’il vous plaît, et choisir quelques-uns.
– À volonté, madame. Je vous en prie.
Lentamente, passei meus dedos nas lombadas dos livros. De alguns li as apresentações. De outros eu senti o cheiro, o formato, o peso. E todos escritos em francês! Escolhi o romance Gatsby, de F. Scott Fitzgerald. Sim, aquele escritor que vivia por ali, em Montparnasse, amigo do Picasso, do Hemingway. Sua esposa, a Zelda (Fitzgerald) também era escritora, une femme terrible. Mas isto é outra história ...
De volta ao aconchego do quarto aquecido, no fim dessa tarde, abri o livro e escrevi, na primeira página:
Paris, le 1er février 2011.
Marilia
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quarta-feira, março 02, 2011
Marrocos comemora 55 anos de independência
Hoje, se comemoram 55 anos da independência de Marrocos, um dos mais famosos países africanos. Marrocos deixou de ser colônia francesa em 1956, por meio de um acordo pacífico. Mais de meio século depois, o francês ainda é a língua dominante no que concerne ao comércio e às relações internacionais, embora o árabe seja o idioma oficial.
Com muitas das mais belas edificações da África, é destino turístico de pessoas do mundo todo. E quem pensa que Marrocos é só deserto está muito enganado. O país tem belíssimas paisagens, com cachoeiras de 60 metros de altura, lindas montanhas e um litoral maravilhoso, banhado pelo mar Mediterrâneo. Não podemos esquecer, é claro, de belíssimas cidades como Marrakech, Meknés, Fez, Rabat, Ouarzazate e, claro, Casablanca.
Aliás, para os fãs da sétima arte, algumas curiosidades: Casablanca, clássico do cinema com Humphrey Bogart e Ingrid Bergman, não teve nenhuma cena gravada na cidade que deu nome ao filme. Em compensação, O Homem que Sabia Demais, de Hitchcock, teve cenas gravadas em Marrakech. Ouarzazate, por sua vez, é local do maior - ou pelo menos um dos maiores - estúdio do mundo, o Atlas, conhecido como Hollywood do deserto. Lá foram rodados filmes como Asterix & Obelix: Missão Cleópatra, Gladiador e 007 - Marcado para Morrer.
Só para dar mais um gostinho, segue um vídeo sobre o estúdio Atlas.
sábado, novembro 13, 2010
Madeline no litoral
Hoje daremos uma pausa nos nossos posts gastronômicos para dividir com vocês as novas fotos que Madeline nos mandou da França. Dessa vez ela esteve no litoral, mais especificamente nas (belíssimas) praias de Etretait e Le Havre e na pequena cidade de Honfleur. A partir de agora fique com as palavras e imagens que a Made nos enviou.
Oi pessoal!
Bom, a greve tá pegando aqui... Hoje não consegui ir pra aula porque o transporte público não funcionou... E todos postos de combustíveis aqui da cidade estão fechados. Então sobrou tempo e consegui atualizar as fotos.
Domingo fomos rumo ao litoral. Semelhanças com o litoral gaúcho?? O vento.
A primeira praia que visitamos foi Etretait, local de desembarque dos ingleses na guerra... é linda!! não tem areia, são só pedras, então o mar é beeemmm azul... tem umas falésias incriveis e uma subida bem cansativa... mas vale a pena.
A segunda praia foi Le Havre, mas ficamos só uns minutinhos. É uma praia bem grande (a top do litoral) e tem um porto bem grande também.
Por último, fomos a Honfleur, lugarzinho muito simpático, com um ancouradouro de pequenos barcos... é a cidadezinha preferida dos parisienses "bem providos" de $$.
Bjos a todos
Made











terça-feira, julho 27, 2010
Nesse inverno, curta uma praia no verão parisiense
O inverno em Caxias do Sul é um sofrimento para quem não gosta do frio. Mas todo mundo sabe (pelo menos quem foi nas aulas de geografia) que no hemisfério norte é verão. Então por que não curtir uma praia em Paris?
Aos que estão se perguntando "como assim praia em Paris?", a gente explica. Há nove anos, no verão, as margens do rio Sena são transformadas, durante um mês, em uma bela praia artificial, a Paris Plage. Com areia importada, piscina e até mesmo palmeiras, o espaço atrai milhares de parisienses e turistas, que podem aproveitar o sol, além de atividades esportivas e culturais. Durante o dia, há aulas de dança, escaladas, jogos e natação (nas piscinas, claro, não no rio) e, à noite, shows e performances.
Para quem está com tempo e dinheiro, fica a dica para fugir do inverno durante pelo menos um mês por ano. Quem não pode ir agora pode conferir as fotos abaixo e se preparar para o ano que vem.


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